
Um exemplo. É assim que Vanderlei Cordeiro de Lima sempre será conhecido. Natural de Cruzeiro do Oeste, interior do Paraná, sempre trabalhou com sua família nas lavouras de cana-de-açúcar, café, algodão e milho. Começou a correr por incentivo de seu professor de educação física, em Tapira (PR), e logo percebeu sua aptidão para o atletismo. A escolha pela maratona veio de forma natural.
Sua primeira vitória aconteceu em 1994, quando foi contratado para ser “coelho” na maratona de Reims, França. “Me sentia tão bem que venci a prova”, conta.
Vanderlei sempre foi um atleta de ponta de corrida de rua, mas ficou mundialmente conhecido em 2004, durante a maratona dos jogos Olímpicos de Atenas, quando o ex-padre irlandês Cornelius Horan atacou o atleta, que liderava a prova. Não desistiu e continuou atrás da sua medalha, conquistando o bronze. Por este motivo, o cineasta eslovaco Loyzo Smolinsky decidiu fazer o filme Marathon, que contará sua vida.
Mas aos 39 anos o atleta resolveu encerrar sua carreia como profissional no último dia do ano de 2008, na 84ª São Silvestre. “Acho que tive uma trajetória brilhante sob todos os aspectos: esportivo, moral, ético, financeiro. Me sinto um atleta realizado”, diz, ao se referir ao encerramento de sua trajetória profissional.
O fundista percorreu os 15 km acompanhado de aplausos calorosos, acenos, sorrisos, corações desenhados no ar e, claro, o alegre aviãozinho. Marcando a sua aposentadoria diz: “Um ciclo foi encerrado. Mas vou dar continuidade como amador, porque a corrida é minha vida”, afirma o atleta, que promete repassar suas experiência para os mais novos.
Sua primeira vitória aconteceu em 1994, quando foi contratado para ser “coelho” na maratona de Reims, França. “Me sentia tão bem que venci a prova”, conta.
Vanderlei sempre foi um atleta de ponta de corrida de rua, mas ficou mundialmente conhecido em 2004, durante a maratona dos jogos Olímpicos de Atenas, quando o ex-padre irlandês Cornelius Horan atacou o atleta, que liderava a prova. Não desistiu e continuou atrás da sua medalha, conquistando o bronze. Por este motivo, o cineasta eslovaco Loyzo Smolinsky decidiu fazer o filme Marathon, que contará sua vida.
Mas aos 39 anos o atleta resolveu encerrar sua carreia como profissional no último dia do ano de 2008, na 84ª São Silvestre. “Acho que tive uma trajetória brilhante sob todos os aspectos: esportivo, moral, ético, financeiro. Me sinto um atleta realizado”, diz, ao se referir ao encerramento de sua trajetória profissional.
O fundista percorreu os 15 km acompanhado de aplausos calorosos, acenos, sorrisos, corações desenhados no ar e, claro, o alegre aviãozinho. Marcando a sua aposentadoria diz: “Um ciclo foi encerrado. Mas vou dar continuidade como amador, porque a corrida é minha vida”, afirma o atleta, que promete repassar suas experiência para os mais novos.
Sobre seus projetos para o futuro, Vanderlei afirma que pretende continuar correndo e praticando atividade física. “Não me vejo longe do esporte. Estou envolvido com o projeto da Vila Olímpica de Maringá e com o Instituto Vanderlei Cordeiro de Lima, com sede em Campinas.”
Quando o assunto é incentivo esportivo o corredor diz: ”O atletismo está crescendo, mas precisa de políticas sólidas de incentivo, pois atualmente o esporte vive de projeto privados”. E também comentou que se for chamado para trabalhar na área da política vai analisar a proposta. “Se for para o bem do esporte, independente do ambiente, quero contribuir de maneira positiva para fazer do esporte uma oportunidade para aqueles que sonham e desejam se tornar cidadãos saudáveis e felizes”.
No final da entrevista passa um recado não só para quem pratica esportes, mas para todos: “Acreditar sempre, desistir nunca”.
Texto: Olga Leiria
Quando o assunto é incentivo esportivo o corredor diz: ”O atletismo está crescendo, mas precisa de políticas sólidas de incentivo, pois atualmente o esporte vive de projeto privados”. E também comentou que se for chamado para trabalhar na área da política vai analisar a proposta. “Se for para o bem do esporte, independente do ambiente, quero contribuir de maneira positiva para fazer do esporte uma oportunidade para aqueles que sonham e desejam se tornar cidadãos saudáveis e felizes”.
No final da entrevista passa um recado não só para quem pratica esportes, mas para todos: “Acreditar sempre, desistir nunca”.
Texto: Olga Leiria
Foto: Robson França



